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segunda-feira, agosto 15, 2005

como diria lady Karine Krug, eu tenho "um tetinho de terra"

Quando eu me encontrava preso, na cela de uma cadeia
Foi que eu vi pela primeira vez, as tais fotografias
Em que apareces inteira, porém lá não estava nua
E sim coberta de nuvens

Terra, terra,
Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

Ninguém supõe a morena, dentro da estrela azulada
Na vertigem do cinema, mando um abraço pra ti
Pequenina como se eu fosse o saudoso poeta
E fosses a Paraíba

Terra, terra,
Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

Eu estou apaixonado, por uma menina terra
Signo de elemento terra, do mar se diz terra à vista
Terra para o pé firmeza, terra para a mão carícia
Outros astros lhe são guia

Terra, terra,
Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

Eu sou carneiro de fogo, sem tigre consumiria
A mim mesmo eternamente,e de nada valeria
Acontecer de eu ser gente e gente ser outra alegria
Diferente das estrelas

Terra, terra,
Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

De onde nem tempo e nem espaço, que a força mãe de coragem
Pra gente te dar carinho, durante toda a viagem
Que realizas do nada,através do qual carregas
O nome da tua carne

Terra, terra,
Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

em tempo: eu adaptei a letra a mim na parte grifada.


luís felipe posted at 22:23

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