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sábado, junho 19, 2004

eu sei que é piegas, eu sei que é no estilo dor de corno, eu sei que é do Luis Miguel, mas acho essa letra muito bonita e vou postá-la. Com vocês, La Barca.

Dicen que la distancia es el olvido
Pero yo no concibo esa razón
Porque yo seguire siendo el cautivo
De los caprichos de tu corazón

Supiste esclarecer mis pensamientos
Me diste la verdad que yo soñe
Auyentaste de mi los sufrimientos
En la primera noche que te amé

Hoy mi playa se viste de amargura
Porque tu barca tiene que partir
A cruzar otros mares de locura
Cuida que no naufrague en tu vivir

Cuando la luz del sol se este apagando
Y te sientas cansada de vagar
Piensa que yo porti estare esperando
Hasta que tu decidas regresar.




luís felipe posted at 10:32


quarta-feira, junho 16, 2004

vocês não tem mais o que fazer hein?


luís felipe posted at 22:33


Minha mãe disse hoje na janta:
"Eu passei hoje pelo Hospital Santa Rita. Foi difícil. Tu vê aquelas pessoas na janela e pensa 'puxa, daqui a pouco são elas...'".

Daqui a pouco somos nós também. E tudo vai ficar. Thedy Corrêa acaba de me dizer nas caixas de som que "o tempo passa e nem tudo fica." Sim, nós não ficamos. Nem nossas bobagens e coisas idiotas com as quais estamos sempre perdendo tempo. Aliás, perdendo um tempo que certamente estaríamos usando com mais coisas banais e fúteis. É óbvio que sempre há aquilo que regozija o espírito. Falando sobre isso, o mestre Artaud declarou certa vez não ter espírito, ou algo perto disso. E se ele tivesse um espírito, ele só se sentiria regozijado com o obsceno.

Mas há algo maior que o obsceno. Estou cada vez mais firme na idéia de que a crença em algo maior nos ajuda a relevar questões fúteis que julgamos ser de grande importância em certo momento. Lembro-me, por exemplo, de uma noite em Laguna em que meu pai quis bater em mim graças à uma discussão idiota onde chamei minha mãe de burra. Chamei não. Disse isso aos berros e às lágrimas. Não me recordo do motivo. Ao que na sacada da casa que alugamos, eu espero o consolo do meu pai, que me chama e diz: "Se tu falar mais uma vez isso eu te sento a mão na cara!". Profundamente entristecido, eu saí a esmo pela rua e hoje não lembro o que me fez voltar, pois eu tinha a convicção de que não queria voltar.

Quatro anos depois do ocorrido, o que restou? De que adiantou o ódio que se abateu em mim naquela noite? De que adiantou aquele teatro de discussões banais que quase resultou numa crise familiar muito grave? Porque não usamos aqueles minutos em que estávamos todos juntos, que hoje fazem tanta falta, para pensarmos em algo bem melhor?

Porque é sempre assim, como diria um filósofo que o Peck citou pra mim certa vez: "A vida é aquilo que acontece enquanto você está pensando em outra coisa."

Parece que venho eu novamente com mais uma daquelas reflexões tapadas de clichês e frases feitas. É exatamente isso, dane-se. Isso não é uma página literária. É uma página pra quem quer ler sobre mim e o que eu estou pensando. Pra isso servem os blogs, afinal de contas.

Voltando ao assunto, queria fazer o registro de que é muita perda de tempo preocupar-se demais com pouco. Frases que foram mal-interpretadas, questões sociais que não serão resolvidas nem fechadas de imediato, amores não-correspondidos que nunca nos merecem e cuja melancolia provocada pela decepção pode ser muito melhor usada nas cordas de um violino ou nas palavras de um grande texto. Não vamos pôr nossa vida nas mãos de quem não terá o menor remorso em jogar tudo fora, como papéis velhos.

Caros amigos, nunca nos esqueçamos de que a vida é efêmera e que ela faz parte de algo maior. Se é difícil crer em Deus, creia no seguinte: as nossas decepções não são NADA perto dos problemas que se passam pelo mundo terrestre enquanto estou digitando isso. Não pretendo discordar de ninguém. Mas espero que essa reflexão ajude alguém.

Agora eu vou para uma efêmera retratação de uma matéria efêmera que discutiu um assunto efêmero.


luís felipe posted at 21:44


terça-feira, junho 15, 2004

- aquele teste era tri difícil. Tinha aquela das "esquisitices que eu não tenho..."
- ah, que tu não tem?
- é
- não tinha reparado no não...
- tu botou a do "coçar os olhos", né?
- não, botei "fechar os olhos quando fala".
- ah, tu percebeu isso?
- sim.
- é tri estranho, né? uma mania antiga.
- eu acho bonitinho.

como é bom levar um pala na mochila. E ouvir uma frase como aquela última de uma menina bem tapada, cuja maciez da pele e brilho dos olhos azuis eu lembro quando fecho os olhos. Que dia bonito foi hoje.


luís felipe posted at 01:35


segunda-feira, junho 14, 2004

quando à meia-noite me encontrar junto à você
algo diferente vou sentir, vou precisar me esconder
na sombra da lua cheia, esse medo de ser
um vampiro, um lobisomem, um saci-pererê


Canção da Meia Noite - Zé Pedro (Almôndegas)

mas a versão DEFINITIVA é do Nenhum de Nós acústico.

o post não será sobre isso, será sobre o meu louco feriado. Percebi que dormi exatamente três horas entre quarta e sexta feira. Depois do surto da madrugada de quinta, que vocês presenciaram (aliás, agradeço os comentários), dormi três horas, acordei às nove naquele dia para ajudar na confecção do almoço. chovia cântaros.

fui à Casa de Cultura encontrar amigos para fazer os personagens de uma campanha de RPG que começará em breve, tendo a Simone de DM. Disse pra mãe que voltaria cedo. Arrã. Rolamos alguns dados até as 18h quando nos encaminhamos para a casa das gurias para continuarmos uma campanha que paramos um século antes. De lá saímos às nove e vinte da manhã do dia seguinte.

A campanha rendeu. Apesar do sono e da entrega dos jogadores, apesar da deturpação dos objetivos do mestre, apesar de não terminar com combate. Rendeu também a conversa antes de sair. Eis que, encaminhando-me para a aula do Milman, recebo a ligação da Taíse, do jornal, dizendo que tinha uma entrevista pra fazer às 12h30.

PQP! NAQUELE ESTADO EU AINDA TINHA DE ENTREVISTAR ALGUÉM! Tentei me controlar e comecei a pensar na tática do "podia ser pior": eu poderia estar bêbado, por exemplo. Fui pra aula do Milman APAVORADO. Digamos que o fato de tomar um café na frente dele e ele me proibir de fazer isso pelo restante do semestre não me ajudou muito. A apresentação do grupo foi excelente, o que também me apavorou (como manter o nível?!). Ao final da aula, o professor deu uma longa explicação sobre honestidade intelectual que eu não tive como presenciar até o fim, pois já eram 12h15 e eu tinha que chegar VOANDO na PUC.

Cheguei lá, esperei quase uma hora e o entrevistado não apareceu. Não posso dizer que me senti aliviado, mas a frustração não foi muito grande. As gurias (santas!) já sabiam o que ia ser perguntado. Tudo foi adiado para segunda à tarde. Fui pra casa após 31 horas de vigília, comi uma sopa de capeletti ainda feita pelo meu pai (vários meses no freezer) e desabei na cama.

Eram 17h. Só acordei 9h45 do dia seguinte.

Sábado, sociedade espírita e jogo do Inter. 4x1, show de bola. E MUITO frio. Tava 7 graus no estádio mas o vento dava a impressão de no máximo três. Só eu e o Gabriel mesmo pra aparecer no estádio com aquele tempo. Mas valeu a pena, pelos dois golaços do Nilmar e pelos xingamentos ao André Cachaça, ex-centroavante da esquadra rubra e ex-frequentador assíduo do Bar do Beto.

Eu ia no corujão de Medal. Não fui por falta de máquinas e organização. Poderia ter ido no Sierra Maestra. Não fui porque não queria encarar de novo a FRIAGEM da rua depois de ter saído de um Beira-Rio versão PÓLO SUL. Então fiz algo que há muito não fazia. Ficar a madrugada na Internet baixando músicas.

E foram. Nenhum de nós, Jorge Ben, Pink Floyd, Smashing Pumpkins, Maná, Engenheiros, O Rappa, Zeca Baleiro, Public Enemy, e a tal do Bang, Bang da Nancy Sinatra. Não sei se é a mais bela dos últimos tempos, mas é uma música bem legal.

Hoje teve o ensaio da peça da mostra de arte espírita e também o jogo França X Inglaterra, um ótimo consolo pra quem não pôde ir na efeméride de aniversário da tia. Eu apostei na Inglaterra no bolão do Menezes, e continuo apostando. Acho que agora eles vão se indignar e perceber que um dia têm de deixar de ser um bando de frouxos pra virarem uma seleção campeã. Falo especialmente de Beckham.

Só um FROUXO pra perder um pênalti na metade do segundo tempo sabendo que o time está se apertando todo para conseguir um mísero CHUTE A GOL contra a seleção européia mais poderosa dos últimos dez anos!

Antes desse jogo, suíços e croatas fizeram um jogo muito brigado. Brigaram entre si e com a bola. Um dos piores 0x0 que vi na vida.

E encerro o domingo postando esse texto e no ICQ, porque domingos à noite são para o ICQ. É incrível: quase toda a lista está online nos domingos à noite. Também liguei pra ela, 23h, tadinha, vai ter de acordar às 4 e meia amanhã...que durma com os anjos...

esse é o texto mais longo dos últimos tempos no meu blog. Como deu pra perceber, essa página é um tanto inconstante. Nada que a diferencie do seu dono.


luís felipe posted at 00:01


domingo, junho 13, 2004

clique aqui.

como QUALQUER UM desses testes de Internet, é apenas a título de curiosidade.


luís felipe posted at 04:59


eu não sei porque, mas essa chapa aqui, incensada pela diretoria de graduação da FABICO e por mais da metade da faculdade de medicina, me cheira a pura falcatrua. Olhem a cara da mulher, por exemplo. Eu não compraria um cacetinho de uma vendedora como ela.


luís felipe posted at 03:42

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