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sexta-feira, julho 22, 2005

passam os dias sem muito gosto, chuva, frio e alguns livros para ler, muito MSN e cinco CDs completos do Led nas mp3. Não estou amargo, apenas um pouco reflexivo. Desculpas ao Ricardo mas ele sabe que é apenas ciúme (uhauauhauhahuauh). Vamos sair no findi? Vamos. Não resta muito para eu me acabar mesmo, talvez meu fígado resista a essas férias. falta de soluções para o peito, arrumo soluções efêmeras para o esôfago. Se a verdade dói? Não dói, ela apenas incomoda, e é preferível que continue sendo verdade, talvez essa sinceridade vá nos levar para algum lugar legal. E eu também quero devolver aquele CD, vou esperar tu entrar no MSN.

passados os recados diretos, vou publicar um poema do Neruda.

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.

Escribir, por ejemplo: "La noche está estrellada,
y tiritan, azules, los astros, a lo lejos."

El viento de la noche gira en el cielo y canta.

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Yo la quise, y a veces ella también me quiso.

En las noches como esta la tuve entre mis brazos.
La besé tantas veces bajo el cielo infinito.

Ella me quiso, a veces yo también la quería.
Cómo no haber amado sus grandes ojos fijos.

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Pensar que no la tengo. Sentir que la he perdido.

Oir la noche inmensa, más inmensa sin ella.
Y el verso cae al alma como al pasto el rocío.

Qué importa que mi amor no pudiera guardarla.
La noche esta estrellada y ella no está conmigo.

Eso es todo. A lo lejos alguien canta. A lo lejos.
Mi alma no se contenta con haberla perdido.

Como para acercarla mi mirada la busca.
Mi corazón la busca, y ella no está conmigo.

La misma noche que hace blanquear los mismos árboles.
Nosotros, los de entonces, ya no somos los mismos.

Ya no la quiero, es cierto, pero cuánto la quise.
Mi voz buscaba el viento para tocar su oído.

De otro. Será de otro. Como antes de mis besos.
Su voz, su cuerpo claro. Sus ojos infinitos.

Ya no la quiero, es cierto, pero tal vez la quiero.
Es tan corto el amor, y es tan largo el olvido.

Porque en noches como esta la tuve entre mis brazos,
mi alma no se contenta con haberla perdido.

Aunque este sea el ultimo dolor que ella me causa,
y estos sean los ultimos versos que yo le escribo.


- pô, vocês querem algo alegre com esse tempo?


luís felipe posted at 13:40


quarta-feira, julho 20, 2005

é saber que as pessoas nunca dão a mesma importância para mim que eu dou para elas.

é sempre mais, menos ou se é igual em intensidade, é diferente na essência.


luís felipe posted at 00:41


o que mais me machuca é aquela sensação estranha de não saber o que fazer quando preciso tomar uma decisão. Quase sempre, nesse sentido, a decisão ou está longe de mim ou está perto demais e eu quero evitar. Eu sei que o tempo é o senhor da razão, mas o tempo me deixa ansioso, são 00h26 agora e eu não paro de bater a perna na mesa, querendo agir e não sabendo como. Quando se QUER agir e não se SABE como, o risco de fazer bobagem é muito grande. Mas eu não faço bobagem, eu não faço nada. A indecisão é tão grande que não sei se devo assumir o risco.

Já estou me convencendo que em certas coisas é melhor não pensar. Mas não adianta. O frio é cada vez mais forte, lá fora e aqui dentro, talvez esses desabafos me ajudem. Andy me disse: pensar menos e viver mais. Andy tem problemas com viver mais. Eu tenho problemas com pensar demais. De quem são os problemas maiores? Os corações partidos estão ao redor dela, podem estar ao meu redor. A vida lá fora vai me fazer tocar em frente? E passar como um trator sobre as coisas que deixei pra trás?

Eu não sei, eu nunca sei, se isso é o mais certo. Porque sempre fui de dar explicações, de conversar, de dialogar. Só que o diálogo muitas vezes atrapalha a vida, que eu vivo pouco, pensando muito. Já atrapalhou a minha vida muitas vezes.

Onde está o mate? Onde está o álcool?


luís felipe posted at 00:24


terça-feira, julho 19, 2005

Se segura malandro
Pois malandro que é malandro não se estora
Se segura malandro
Pois malandro que é malandro não se devora
Se segura malandro
pois um dia há de chegar
A sua hora
hora, hora, hora
Vai cantar, vai brincar sem fantasia
Vai chorar de amor e alegria
Pois ela vai voltar pra alegrar seu coração
Pois ela vai voltar pra dar vida nova
No seu barracão


luís felipe posted at 19:28

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