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sábado, maio 15, 2004

Veteranos venceram novamente, por diferença de três gols. Eu mais uma vez não joguei nada, mas destaques para as boas atuações de Pedro e Caetano, pelo lado adversário; Eduardo e Lucas, como sempre, pelo nosso lado. Eu joguei absurdamente mal.

Próximo desafio poderá ser contra a turma 389 da famecos, vou falar com o Gabriel pra marcar agora. Sábado que vem. Os bixos estão convidados, afinal, é a honra da nossa universidade em jogo.

Aos meus adversários em quem eu talvez tenha molestado fisicamente na partida, peço desculpas, eu jogo mal mas continuo ODIANDO a derrota.

Amanhã tem erecom. Hoje tem aniversário da Renata.


luís felipe posted at 20:22


sexta-feira, maio 14, 2004

até que eu tenha um browser decente eu não vou mais postar comentários nos blogs dos outros, pelo menos nesse computador. Eles simplesmente não estão abrindo. Se eu comentei alguma coisa nessa semana é porque estava na Central LICO de Jornalismo (valeu rodrigo!).


luís felipe posted at 22:22


Michelle: pergunta pra tua amiga nutricionista se vegetais tem TOXINAS. Caso tenham, eu estou ferrado.

Vocês precisavam ver o ABSURDO gastronômico que foi meu almoço no Coronel (aquele restaurante vegetariano que fica na frente da parada de ônibus e perto do Ulbra Saúde no centro) hoje. Seguinte, eu cheguei lá 10 pras duas aliviado por descobrir que o lugar só fechava às 15h. Legal. Aí me acomodei numa das mesas vazias, peguei meu prato e fui pras saladas.

Depois de me servir vi que tinha uma suculenta MONTANHA de vegetais sobre a porcelana. Alface, trigo pra kibe, couve-flor, rabanete, pepino, cenoura, repolho, cebola, grão de bico, até uma PIMENTA VERMELHA foi parar no prato. Tri bom. Comi em velocidade proporcional à minha fome. Um prato de salada que dava para umas três pessoas.

Inspirado pela afirmação da minha mãe há alguns dias que eu tinha que comer pra não ficar com cara de CADÁVER, voltei ao bufê e enchi mais um prato com massa, tortei, proteína graúda e uma lasanha de aipim. Comi de forma ainda mais voraz, tanto que não eram duas e dez e eu já tinha terminado o prato. Ainda voltei para pegar arroz integral e alguns risólis (que depois descobri serem de frango, maculando minha virgindade carnívora no estabelecimento: eles servem peixe e frango, mas se eu estou num restaurante vegetariano não como carne, for crissake)

E ainda teve a sobremesa e os dois copos de suco de kiwi. Saí de lá antes das duas e meia, feliz por ter gasto bem os 6 reais e pronto para um bom sono no ônibus até em casa. Até que foi bom não ter ido pro RU.


luís felipe posted at 22:05


tenho de almoçar no vegetariano hoje porque minha mãe não fez comida e não dá mais tempo de chegar no RU. Será que consigo chegar lá antes das 14h? Espero que eles não fechem nesse horário.

a respeito do mundo em geral: nada a declarar.


luís felipe posted at 13:22


quarta-feira, maio 12, 2004

voltando a atualizar isso aqui, em primeiro lugar digo que gostei da polêmica do post abaixo, gosto de lançar assuntos interessantes. Eu sinceramente acho que Britney Spears vai sim rolar na chinelagem em 2014, principalmente se ela continuar com o espírito de chinelagem, ou seja, toca só música pra dançar, seja ruim ou não e era isso.

Fiquei feliz por ver que a mãe da Renata lê essa página, mas queria informá-la que Chico Buarque não toca nas chinelagens, apesar de quase todos os fabicanos gostarem.

acabei de ver o filme "Ali", sobre a história do boxeador Muhammed, ele é bem interessante mas se alonga demais nas descrições do que envolve as lutas. Acho que não precisava ficar quase uma hora mostrando tudo que ocorreu no Zaire quando do duelo do Foreman, todo mundo já sabe que o Ali ganhou a luta. Mas a vida do cara é muito interessante. Ele tem uma determinação que até hoje se pode ver, o olhar sempre firme, disposto a surpreender e cativando quase que sem essa intenção. O filme tem momentos muito bons, como a parte em que ele recebe um telefonema falando a respeito da convocação para a Guerra no Vietnã.

Respondendo a pergunta "O que é um vietcong?" ele diz "Não sei. Não tenho nada contra eles. Eles nunca me chamaram de preto." Baseado nos preceitos de Elijah Muhammed, um islâmico radical que determinou o destino da vida de Malcolm X (que é mostrado no filme com uma face até então pouco abordada, do amigo carinhoso e idealista, não aquele segregador mostrado no filme que leva o seu nome) ele dá um discurso afirmando que não vai lutar "pelo inimigo", que no caso é o branco norte-americano. ´Tá certo que os tempos são outros, não há mais espaço para conflitos tão abertos entre etnias, mas a frase sobre os vietcongs é de se pensar, mesmo como lição de vida.

Pra que buscar problemas distantes se mal conseguimos resolver os nossos? De que adianta reclamar que o mundo não nos ajuda se nós não nos ajudamos? É um dos princípios da reforma íntima, que todos, inclusive eu, deixamos de seguir por vezes e por isso temos de retomar.


luís felipe posted at 01:19

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