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sábado, abril 10, 2004

tava bem divertida. Pessoas começaram a fazer descobertas que pretendem mudar suas vidas. Foi de fato um choque chegar na fabico, vindo de um mundo normal e observar as mesmas pessoas normais às quais cumprimentei antes de voltar pra casa completamente descontroladas dançando Roxette no DACOM. As que subiram no banco então, sem mais comentários.....o pessoal dos semestres mais avançados ocupou a pista até altas horas, o que não foi o nosso caso nem dos bixos, esses últimos completamente bêbados. Rolou também uma história de chocolate e chantilly impublicável.

As pessoas que bebem se divertiram com aquele troço de gosto ruim de frutas misturado com algo que não tem menos que 40% de álcool etílico. Deram o nome àquilo de Sudeste Ice, coisa de pessoas do sudeste, enfim. A Cecília me contou histórias fantásticas do Marasca, que não tem o sobrenome de Marasca, se chama Felipe Maraschin, toca gaita tão bem como um negão do blues americano (pleonasmo...) vai fazer doutorado na Holanda, enfim, o cara é o cara. Os bixos homens tiveram uma presença bem maior do que as bixetes. É a Lei de Murphy dando seu ar da graça: você entrará numa turma onde as suas colegas idolatram os veteranos, e será veterano de bixetes que não darão a mínima pra você. Mas é só o começo.

Eu não bebi de novo. Estou gostando disso.


luís felipe posted at 11:46


Tudo bem, eu ando mesmo falando demais de futebol nesse blog. Vou parar pelo menos até que ocorra algo de real importância.

Acho que vou deixar a biblioteca da sociedade espírita. "Tu trabalha numa biblioteca?" Sim, trabalho. Voluntário, obviamente. Hoje tinha a reciclagem dos trabalhadores, minha mãe me acordou às 8 e 15 pra dar tempo de tomar café e chegar lá às 9h, mas por algum motivo que nem eu conheço dormi de novo. Ao passo que ela me xingou aos gritos às 9h. Que merda.

Na cama, comecei a pensar que ando me esforçando demais por pouco. Eu sei que o trabalho na sociedade não é pouco. Mas é uma biblioteca, mais pessoas podem fazer esse serviço. Agora, no início do semestre, que tudo está mais ou menos calmo em termos de trabalhos e afins, eu já chego em casa morto pelo menos três dias da semana, imagina quando a coisa apertar.

Tem também o jornal, que está me deixando meio preocupado. Os prazos de quase todas as matérias venceram e o e-mail do jornal anda completamente vazio. Acho que ninguém mandou nada, ou seja, na próxima semana teremos que correr muito. Cheguei a pensar em abandonar o jornal, mas nunca é bom renegar uma experiência. Até que apareça coisa melhor...

Como eu já estudo a doutrina na sociedade e ainda tenho uma peça de teatro para ensaiar na Mostra de Arte, acho que pelo menos uma das minhas funções eu vou ter de deixar em stand-by. E vai ser a biblioteca, que teoricamente é onde eu gasto mais tempo e produzo menos. Pelo menos por enquanto, para eu me organizar.

Além do mais, vou começar a fazer kung-fu. Sinto uma necessidade de cuidar mais do corpo, coisa que não fiz nos últimos dois anos, desde que larguei a natação. Vou "substituir" os livros pela arte marcial, que acham? Tudo uma questão de definir prioridades.


luís felipe posted at 10:16


- caramba, que filme piegas.
- como é que em cinco anos eu esqueci como a Kate Winslet era gostosa?
- o que parece aquela versão em midi de "My Heart Will Go On" onipresente na história? Sempre que aparece o Leonardo di Caprio toca isso. Eu nunca tinha percebido como um filme pode se aproximar tanto da novela das oito.
- ainda bem que 1997 já acabou.
- qual será o próximo filme a mobilizar todos os adolescentes do planeta?


luís felipe posted at 00:45


quinta-feira, abril 08, 2004

...que não é o da sinuca. Estou traumatizado. Nessa semana joguei umas dez vezes e só ganhei uma, fazendo dupla com o Érico hoje. O pano verde é o da grama dos campos de futebol mesmo.

BEM FEITO pro Vasco. E pra todo o futebol carioca. Acharam que o 15 era barbada, um aperitivo, um treino pra final do campeonato, e tomaram no rabo, 3x0. Foi a vitória mais merecida de todo o ano no futebol gaúcho. O São Gabriel que infelizmente não conseguiu manter a vantagem. Pena.

Falando em zebras, Deportivo 4x0 Milan. Ainda bem que o Rivaldo não está lá, senão a imprensa daqui já estaria reclamando...enfim, tanto incensaram o meio campo perfeito de Kaká, Seedorf, Gattuso, Rui Costa, as finalizações de Shevchenko, os passes de Inzaghi, a melhor defesa do mundo, etc, etc...sucumbiram frente aos operários de Irureta. Kaká mais uma vez mostrou que na hora de decidir não é nada do que parece. Foi uma vitória incontestável do La Coruña, tirando o que de fato era o melhor time da Europa.

É uma pena que o Inter não está disputando o título da Libertadores. Seria o ano mais fácil pra ser campeão do mundo...


luís felipe posted at 17:15


eu não vou mais pra Capão porque minha irmã resolveu deserdar, ela vai pra praia com uma amiga dela, minha mãe só queria ir se fosse com toda a família junto, até pra ver a Gabriela tomando banhos de mar e tal.

paciência. Não verei a Karine por lá. Mas vou na casa da Julia sexta.


luís felipe posted at 17:12


terça-feira, abril 06, 2004

Depois falam que o sistema de mata-mata no futebol é justo. Só se for pra premiar aquelas equipes que em condições normais jamais venceriam seus adversários. É o caso do Monaco. Eu não acreditei quando liguei a TV ao chegar em casa e ver o placar de 3x1 que eliminou o Real Madrid. Não é exatamente o caso entre Chelsea e Arsenal, que era um clássico e o time do Chelsea também é muito bom. Mas o Monaco de Nonda e Fakiri eliminar o Real de Zidane e Ronaldo é uma surpresa incrível. Chelsea e Monaco se enfrentam nas semifinais. Eu simpatizo com os ingleses, mas queria ver o título europeu ir de novo pra França.


luís felipe posted at 20:15


segunda-feira, abril 05, 2004

que o comentário do André Fernando lá embaixo, no post entitulado "o grenal mais importante", foi muito bom. Melhor que o da dona Miriam.

todos os comentários de vocês tem me agradado muito. Sério mesmo. Gosto de ver que pessoas inteligentes lêem essa página.


luís felipe posted at 18:01


Big Brother:Os últimos serão os primeiros. Thiago e Cida disputam a final. A nobre Juliana caiu com 60% dos votos. Ela tem um site, que botarei nos links como uma homenagem à atitude dela na casa, louvável.

dica musical:Sabiá, do Chico Buarque e Tom Jobim. Eu ouvi comentários sobre essa música na palestra sobre MPB e o Golpe de 64 que fui na terça. Ela ganhou o festival da Record de 1967, vencendo Caminhando do Geraldo Vandré, por imposição do regime que prenderia o júri caso Vandré levasse o prêmio. Mas Sabiá é uma música lindíssima. Os arranjos são muito sensíveis, a letra é delicada, mas ao mesmo tempo a voz grave do Chico vai bem com os toques de força dos instrumentos. Muito, muito, muito bom. Zuza Homem de Mello tinha razão em reclamar da injustiça com essa linda música.


luís felipe posted at 00:17


domingo, abril 04, 2004

Aos 95 anos o Inter faz 2x1 no Gre-Nal, a principal razão pela qual eu comento o jogo. Que foi bem ruim. Mas foi uma festa de aniversário.

Em homenagem ao grande clube do Rio Grande do Sul, a história e a letra do hino colorado.

No final dos anos 50 o Inter sentiu necessidade de ter um hino, uma canção formal de celebração dos sentimentos colorados. Fez-se um concurso, houve muitos candidatos mas nenhum dos hinos satisfez a alma colorada como aquele que fora feito numa tarde de sofrimento de torcedor.O torcedor era Nélson Silva, carioca, compositor de morro, e que morava em Porto Alegre.
O Inter desandava contra o Aymoré, o ano era 57. Ele escutava o jogo e esperava a namorada Ieda, mas esqueceu o compromisso daquela tarde. Sentou brabo na mesa de um bar em frente, e por razões de quem é artista, começou a escrever um hino de louvação ao Inter.

Quando concluiu a última estrofe com o Clube do povo/ do Rio Grande do Sul, teve a sensação de que era isto que seria cantado pelo torcedor.
Foi o que aconteceu, Celeiro de Ases é hoje o hino oficial do Internacional e do torcedor colorado.

Até alguns anos atrás a torcida também costumava cantar uma antiga marchinha carnavalesca: Papai é o maior/ Papai é que é o tal / Que coisa linda, que coisa rara / Papai não respeita a cara.




Celeiro de Ases (Nélson Silva, 1957)

Glória do desporto nacional
Oh, Internacional
Que eu vivo a exaltar
Levas a plagas distantes
Feitos relevantes
Vives a brilhar
Correm os anos, surge o amanhã
Radioso de luz, varonil
Segue a tua senda de vitórias
Colorado das glórias
Orgulho do Brasil

É teu passado alvi-rubro
Motivo de festas em nossos corações
O teu presente diz tudo
Trazendo à torcida alegres emoções
Colorado de ases celeiro
Teus astros cintilam num céu sempre azul
Vibra o Brasil inteiro
Com o clube do povo do Rio Grande do Sul


luís felipe posted at 19:48


vamos começar esse post da seguinte forma: que conste o meu repúdio à carta da dona Míriam. É claro que ela tem um pouco de razão - nosso trote precisa ser mais útil - mas quem discorda do pedágio deve simplesmente deixar de pagá-lo. É um assunto que cabe aos veteranos e aos bixos, não à melhora da sociedade brasileira.

São sete da manhã e eu volto do Trivial bar, onde foi o aniversário do Éverson. Levei o Renan visível comigo e nos divertimos bastante. Claro, nós temos um jeito muito peculiar de diversão, como por exemplo, jogar taco com garrafas ás cinco e meia da manhã. Mas ainda assim foram momentos alegres. Cantei no videokê, por exemplo, coisa que eu sempre digo que não vou fazer e faço.

Chegando em casa sou abordado por um homossexual bêbado querendo conversar. Não dou muito assunto. Pra quem quiser o nome dele é Mauro.

Só pra referendar o que o Ressel disse esses dias (um excesso de esses abssurdo), eu dormi no T6 sexta e fui parar em algum lugar muito distante no Leopoldina. Desta vez o cobrador foi legal e disse pra mim ficar na frente.

Não teve chinelagem nessa sexta.

Faltam oito dias para o meu aniversário.

Olavo de Carvalho deu uma entrevista radiofônica na Rádio Gaúcha dizendo que quem comanda o país é o Foro de São Paulo. Gostei de ouvir a voz daquele maluco.

A eminência parda da Júlia Dantas, a Júlia Aguiar, é uma pessoa bem simpática. Está fazendo as cadeiras do 2º semestre pois passou o ano passado inteiro na Austrália.

Hoje tem grenal e pouco me importa quem vencerá.

Lembrei com nostalgia uma das noites encerradas de forma mais memorável da minha vida, foi no aniversário da minha amiga Vanessa em novembro no Strike. Saímos de lá sob uma chuva torrencial e sem nada para cobrir-nos. No caminho para o viaduto eu penso: "ah, já tô molhado, vou me divertir" e compro uma long neck no posto de gasolina. A cena daquele moço de camisa preta, calça azul, cabelo comprido, ensopado e bebendo uma long neck é antológica. Eu até penso em voltar a beber quando lembro. Mais divertido ainda foi pegar o Vila Jardim com todos os operários indo para o serviço (ônibus lotado, creiam) e eu bebendo a long neck lá dentro.

"A vida é uma festa. Carpe Diem", pronunciei num diálogo. Memorável. A melhor coisa da noite é o final dela.

Eu por exemplo, encerro a noite também criando o maior post dos últimos tempos. E gosto sim da palavra blog. É um log (agenda) da web, nada de mais, não há uma aura de estupidez em volta desse conceito. Já temos tantos rótulos, pra que discriminar mais um?

Vou fumar um bali-hai. Carpe Diem.


luís felipe posted at 07:09

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