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quinta-feira, julho 22, 2004

meu ordenamento foi pro espaço, tirei B em teoria de PP. Mas pelo menos passei em economia. Será que vou pras suplementares semestre que vem? Bom, não vou me preocupar com isso.


luís felipe posted at 15:49


quarta-feira, julho 21, 2004

veja só: eu estava bem tranqüilo fritando queijo na chapa quando ouço a voz da simpática mãe da Julia no RBS Notícias. Falava mal de alguma coisa, não prestei atenção.


luís felipe posted at 19:11


Cansado de dizer bobagens, parei de bater a máquina e tentei fumar. Lembrei que decidi parar e peguei uma lata de Leite Moça na geladeira. Bebi o suficiente para pedir água, mas o telefone tocou antes disso.
- E aí, já terminou?
- Não. Tá faltando uma referência bibliográfica. Vê lá o esquema do livro do Sartre e me liga depois.
O papel me encarava insólito, anestesiado pelos golpes dos tipos. O esforço era o suficiente para saber que aquele trabalho não serviria pra nada no contexto histórico da humanidade, a não ser uma graduação a mais no ordenamento. E uma cadeira a menos pra concluir o curso, essas coisas fúteis que pensamos quando não estamos ocupados com coisas melhores tais qual fumar ou beber leite condensado.

Até que começaram os estampidos no apartamento de cima e o gato resolveu se esconder debaixo do sofá. Um, dois, três. Aquele barulho aterrorizante de tiros, fazendo lembrar que uma bala atravessou o corpo de alguém ou, na melhor das hipóteses, alguma coisa inanimada. Aquela sensação terrível de impotência ? não sair por medo de levar um tiro, não ligar por medo de ser ouvido, não ficar parado por medo de ser atingido ? trocada pelo pavor absoluto quando do barulho do elevador somado à campainha.

Uma rápida e suada espiada no olho mágico, o inconfundível chapéu e a barba branca do outro lado. Pego uma velha garrucha e abro a porta. A voz serena é conhecida, a forma de dizer "boa noite", também. Nada que me impeça de tirar o cano da arma pra fora e verificar se alguém o escolta. Não.

- Pode entrar.

Bato a porta. Tem café na mesa, vamos conversar. Pego a lata de leite condensado e ponho uma cadeira na frente da minha.


luís felipe posted at 05:54


cliquem aqui.

esses são prof. Ângelo e profª Mariana, de estatística, se divertindo numa festa à fantasia. Porque atrás das curvas de distribuição normal também bate um coração... =)


luís felipe posted at 04:57


terça-feira, julho 20, 2004

que o título do post abaixo não envolve ervas ilícitas - é apenas uma alusão à minha conjuntivite que me impedirá de usar lentes de contato por pelo menos uma semana.


luís felipe posted at 03:43


não tenho dado satisfação a vocês, leitores, nos últimos dias, mas minha vida anda bem. Apesar da conjuntivite e apesar dos problemas familiares. Minha irmã saiu de casa na quinta-feira, levando consigo a minha sobrinha e algumas roupas. Foi mais um capítulo entre as brigas constantes que têm acontecido entre ela e a minha mãe, por motivos ora fúteis ora importantes, mas nada que tornasse uma briga necessária. Aliás, alguma coisa torna uma briga necessária? Comentários, por favor.
 
Não vou querer dar uma de moralista e imaginar que só eu não arrumo confusões. Já arrumei várias. Mas quando uma filha sai de casa após uma briga é sinal de que as coisas chegaram num limite. Eu digo pra vocês que fiquei muito chateado com algumas atitudes que a minha irmã tomou recentemente e isso me deixou triste, porque eu nunca quis tomar partido nessas divergências que ela tem com a mãe. Eu ainda tento me isentar. Mas não é por isso que vou deixar de pensar que ela comete um erro ao preferir deixar a casa no estado em que deixou a admitir ceder em algumas coisas. Mais triste ainda fico ao saber que não adianta conversar com ela sobre isso, pois ela não vai mudar de opinião.
 
Esse é um assunto complicado, pesado, que nem eu sei direito o que dizer nem o que fazer. Vou então mudar, postando meu primeiro upload do PhotoBucket, uma foto da coisa mais querida que me apareceu nos últimos tempos.
 

 
estive com ela no sábado, justo no bar que faz o ambiente para a foto, o PsicoArte. É um lugar bem legal, mas que a Ju disse ter perdido muito a graça depois que quebraram uma parede pra fazer a pista de dança. Foi uma noite tão boa que me surpreendi quando eram 6:30 da manhã e ainda não tínhamos saído do recinto. No domingo, fomos ver a 9ª Sinfonia de Beethoven no Santuário Padre Reus, lá na Unisinos. Maravilhoso. É simplesmente incrível pensar que uma pessoa que não ouvia podia construir tamanha fluidez de sons, harmonias simplesmente fantásticas, um coral imenso de 300 pessoas realmente sentindo a música...
 
Às vezes eu me esqueço de agradecer a Deus por esses momentos. Talvez seja pela preocupação com coisas menores.
 
Nos três dias em que não atualizei o blog, o Inter ganhou de 6x0, fez MUITO frio, uma galera foi comemorar o final de semestre no Druida, a Emily foi para Minas Gerais - desejo muita sorte pra ela - compramos o pacote para Buenos Aires com saída no domingo, o vôlei masculino levou o tetra na liga mundial, o tetra do futebol fez 10 anos, Raul Pont liderou as pesquisas seguido do Fogaça, caiu um helicóptero, aconteceram mais atentados no Iraque, a .loja.do.subsolo entrou em recesso e eu ganhei mais um fã no orkut.
 
Isso que o fim de semana foi tranqüilo. As férias começaram, vamos celebrar.
 
AH! Um recado para os bixos e para os bixos dos bixos: não esqueçam de manter o hábito de freqüentar a Tia Vilma nos intervalos etílicos do semestre. Foi lá que começaram as minhas férias. O lugar é trash, mas a cerveja é barata.


luís felipe posted at 02:46

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