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domingo, junho 27, 2004

os meus fins de noite têm sido bizarros nos últimos anos.

ontem saindo do Guanabara Rocket (onde rolou o show atípico dos Semoventes; reencontrei o Luís Alexandre, grande amigo dos tempos de CAp com quem não falava há muito tempo; ouvi uma performance muito boa de November Rain da banda do Marcelo, namorado da mariana vampira, antiga amiga de ICQ; conheci a Cristina, que em breve será vista nos links e na FABICO) pensei em pegar um táxi para ir até a praça Parobé e pegar aquela lotação amiga que me deixa na frente de casa.

quando atravesso a rua, passa fincado um "madrugadão restinga" em direção ao centro e num daqueles impulsos sem noção, me largo correndo pra pegar o ônibus. Chego no coletivo.

"Vai pro centro?". "Vai, vai. Pára na Borges". Beleza, dali era só caminhar um pouquinho para chegar no terminal das lotações. Fui passar pela roleta. Dei dois reais pro cobrador. "Bah, não tenho moeda...deixa um pila aí e desce na frente". Maravilha. Cheguei em casa pagando exatamente 3 reais e vinte centavos.

Vesgo de fome, resolvi preparar uma janta. Quatro e pouco da manhã, fiz uma miojo amiga e misturei queijo, uma mortadela temperada muito boa, mostarda e azeitonas. TRI bom. Mas fiquei sem condições físicas de lavar a louça. Pra não atolar a mãe de coisas pra fazer, botei o relógio pra DESPERTAR de manhã e acordei só pra lavar as panelas e pratos.

O dia que eu tiver carro e morar perto dos lugares onde vou, esses finais de noite não terão a mesma graça.

pra rir, ou pra chorar:

triálogo que minha irmã presenciou ontem:
1- Ah, com esse cara tem de ser tudo no inho...coitadinho, pequeninho, porque ele é baixinho...
2- É, tem de ser tudo no genuíno.
1- Ãh?
3- Não, não é genuíno, é gerúndio.
1- Que gerúndio? É DIMINUTIVO!
2- Ah, claro. Gerúndio é o filho da vaca.
3- Não seria novilho?


luís felipe posted at 14:08

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