domingo, maio 23, 2004
Eu fui lá, disse e diante dos meus olhos bateu algo semelhante à palavra nunca mais. Acaba a angústia e mais uma vez eu me refestelo na grama dos que erraram pela segunda vez. Chega a ser cômico. Riam de mim.
Riam de mim que eu rirei bastante de todos aqueles que tentarem. Ao menos eu sei que os meus dois erros deram de frente com o muro do impossível.
Se esse muro é impossível por minha causa, porque sou eu, eu não sei, as pessoas obviamente não vão dizer isso pra mim. Riam amanhã, essa figura diante de vocês é esquálida, risível. É um ariano que vai bater a cabeça em todas as paredes que houverem nesse mundo. E quando elas não mais existirem, ele construirá novas.
Ah, como é bom externar o sentimento sobre a forma grotesca com que me pareço hoje. Me olharei no espelho e darei sorrisos amarelos para a minha cara.
"Rir de si mesmo é sinal de grandeza interior", me diz a cláudia. Agora vou sorrir da minha fantástica virtude que não quer ser conquistada por ninguém. Vou rir dos que não sabem o que estão perdendo.
luís felipe posted at 20:46