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domingo, abril 04, 2004

vamos começar esse post da seguinte forma: que conste o meu repúdio à carta da dona Míriam. É claro que ela tem um pouco de razão - nosso trote precisa ser mais útil - mas quem discorda do pedágio deve simplesmente deixar de pagá-lo. É um assunto que cabe aos veteranos e aos bixos, não à melhora da sociedade brasileira.

São sete da manhã e eu volto do Trivial bar, onde foi o aniversário do Éverson. Levei o Renan visível comigo e nos divertimos bastante. Claro, nós temos um jeito muito peculiar de diversão, como por exemplo, jogar taco com garrafas ás cinco e meia da manhã. Mas ainda assim foram momentos alegres. Cantei no videokê, por exemplo, coisa que eu sempre digo que não vou fazer e faço.

Chegando em casa sou abordado por um homossexual bêbado querendo conversar. Não dou muito assunto. Pra quem quiser o nome dele é Mauro.

Só pra referendar o que o Ressel disse esses dias (um excesso de esses abssurdo), eu dormi no T6 sexta e fui parar em algum lugar muito distante no Leopoldina. Desta vez o cobrador foi legal e disse pra mim ficar na frente.

Não teve chinelagem nessa sexta.

Faltam oito dias para o meu aniversário.

Olavo de Carvalho deu uma entrevista radiofônica na Rádio Gaúcha dizendo que quem comanda o país é o Foro de São Paulo. Gostei de ouvir a voz daquele maluco.

A eminência parda da Júlia Dantas, a Júlia Aguiar, é uma pessoa bem simpática. Está fazendo as cadeiras do 2º semestre pois passou o ano passado inteiro na Austrália.

Hoje tem grenal e pouco me importa quem vencerá.

Lembrei com nostalgia uma das noites encerradas de forma mais memorável da minha vida, foi no aniversário da minha amiga Vanessa em novembro no Strike. Saímos de lá sob uma chuva torrencial e sem nada para cobrir-nos. No caminho para o viaduto eu penso: "ah, já tô molhado, vou me divertir" e compro uma long neck no posto de gasolina. A cena daquele moço de camisa preta, calça azul, cabelo comprido, ensopado e bebendo uma long neck é antológica. Eu até penso em voltar a beber quando lembro. Mais divertido ainda foi pegar o Vila Jardim com todos os operários indo para o serviço (ônibus lotado, creiam) e eu bebendo a long neck lá dentro.

"A vida é uma festa. Carpe Diem", pronunciei num diálogo. Memorável. A melhor coisa da noite é o final dela.

Eu por exemplo, encerro a noite também criando o maior post dos últimos tempos. E gosto sim da palavra blog. É um log (agenda) da web, nada de mais, não há uma aura de estupidez em volta desse conceito. Já temos tantos rótulos, pra que discriminar mais um?

Vou fumar um bali-hai. Carpe Diem.


luís felipe posted at 07:09

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