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segunda-feira, março 08, 2004

primeiramente queria agradecer ao Schroeder por me lembrar que estou em decadência física e moral. O que seria de mim sem você, caniggia.

depois queria dizer que estou melhor do problema ocorrido, beber menos e comer mais, esse será meu lema. Até pra evitar desidratação.

ainda queria comentar sobre o fascínio que aquele aquário do Big Brother exerce sobre as pessoas, especialmente minha mãe. Ela sábado ficou assistindo até as 6h da manhã. Ontem viu durante toda a tarde, o início da noite e só parou depois do programa da globo. Eu talvez entenda, mas não quero dizer o motivo.

E por último, queria dizer que encerro a noite achando que as relações humanas não são feitas de acertos e combinações, e sim de sincronia de erros. Quem erra da mesma forma que o outro tem um laço mais forte com este e por sua vez, erra melhor, como diria Beckett inspirando o blog do mojo. Há os que erram sozinhos e se ressentem, e inúmeras vezes estive, bem como ainda estou, ao lado destes. Talvez aí esteja o grande valor do perdão: o que são nossas relações de amizade e cumplicidade senão perdoar constantemente as imperfeições do nosso amigo? Mais difícil ainda é quando o objetivo é passar da amizade. Aí não seria apenas perdoar, mas querer errar junto e com plena consciência disto. Viagem, não?

"Se num dia qualquer/ ter lucidez for o mesmo que andar/ e não notares que andas/ o tempo inteiro/ é sinal que valeu/ pega carona no carro que vem/ se ele é azul não importa/ fica na tua"

com essa estrofe de Vítor Ramil encerro o expediente. Apaguem a luz por mim.


luís felipe posted at 04:37

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