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sábado, março 27, 2004

pelo visto a teoria das batatas tem tudo pra ser um sucesso mundial. É mais ou menos assim:

numa noite, saindo do Druida (um bar da Lima e Silva), nós (Thiago e eu) acompanhados de várias gurias, paramos no Pingüim para comer. Eram umas quatro da manhã. As gurias pediram muita polenta com queijo e batatas fritas, ele pediu uma cerveja. Lá pelas tantas nos questionamos porque as gurias tem a mania de ficar cuidando para não engordar mas ao mesmo tempo adoram batatas fritas. Chegamos a conclusão que a batata, na sua versão crua, remete ao instinto maternal da mulher, pois tem o formato do seio, bem como algumas são parecidas com o embrião na sua forma mais incipiente.

O ato de fritar a batata remete à ruptura essa visão submissa da mulher como simples genitora, rompendo com o formato tradicional e maternal daquela. Terminando no ato de descascar o legume e cortá-lo em formato alongado, para depois jogar as fatias no azeite quente. Comer as batatas fritas então demonstraria o deleite da mulher perante a mudança social que ela acabara de conceber.

E eu não estava bêbado. E a Elisa recebeu uma rosa de guardanapos. E o Correio do Povo chegou na casa da Ana e do Thiago antes deles voltarem, o que motivou meu texto "O entregador de jornais", que tá nos arquivos. Que noite incrível.

Espalhem a teoria. Se muita gente não entender, podem deixar que eu farei um seminário publico.


luís felipe posted at 12:02

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